Neste
mundão véio de Deus, muitas vezes ainda pedimos o embasamento científico disso
ou daquilo.. Em
geral quando o assunto é ciência (inclui-se aí tudo que diga respeito a isso ),
quase nada chega às nossas mãos antes dos criteriosos testes. Nada mal considerando
que a origem dessas coisas é a cabeça humana, falível, prepotente, ambiciosa,
apenas para listar algumas das nossas características. Meu
negócio é falar de qualidade de vida, a saúde aí entra como conseqüência natural.
Nada está fora de nós, temos um completo sistema de autodefesa que quase nunca
usamos, e que hoje em dia já não podemos alegar desconhecimento. As prateleiras
das livrarias e a internet abrigam um zilhão de temas espiritualistas,
comportamentais, alimentares, educacionais, ambientalistas e outros tantos que
só com a nossa boa vontade são capazes de promover verdadeiras transformações
para melhor. A
questão é que na grande maioria das vezes, as pessoas perdem o precioso tempo,
elocubrando, contestando e brigando para saber qual é o mais certo. Nada mais
errado. Tudo que se produz no mundo está adequado ao mundo. Só a experimentação
é que pode mostrar os verdadeiros valores daquilo que estamos colocando em nossa
vida. Você não precisa ser feio nem se enfeiar para ser religioso, não precisa
franzir a testa para mostrar que está preocupado, nem fazer cara de bravo e vociferar
para mostrar que é sério. Nem precisa entregar o controle de sua vida para ninguém,
supremo exercício de preguiça. Doença, pobreza, falta de sorte, são máscaras de
nossos desvios de caráter, má compreensão do próprio papel na vida, crenças que
nunca foram devidamente avaliadas com isenção, afinal nós sempre nos achamos as
melhores pessoas do Universo. Aqui
no Ocidente, ainda somos muito materialistas, até para acreditar em Deus. Temos
pressa e foco dirigido para acumular bens palpáveis, visíveis, sem nos darmos
conta que o grande segredo reside no imponderável, que o caminho da felicidade
perfeita é o conhecimento de si próprio, o autocentramento, a descoberta das verdadeiras
aspirações interiores, o desnudar-se das hipocrisias sem a preocupação de estar
sendo agradável a este ou a aquele. Se
as cidades estão degeneradas não é culpa do governante, mas omissão da sociedade,
que entre outras coisas o elege e é quem em suma vive nas cidades. Se as religiões
andam decepcionando é porque os fiéis entregam o comando para o guia espiritual,
seja ele quem for, se a comida que comemos não tem substância, é porque aceitamos
consumir muitas porcarias que são empurradas em vistosas embalagens multicoloridas.
O
que não temos de bom é tudo em que não colocamos atenção. Pura preguiça. Teremos
tudo quando nos comprometermos sinceramente com nossos verdadeiros anseios e respeitarmos
os anseios de nossos semelhantes. Quando não precisarmos do policial para obedecermos
a lei, quando não jogarmos lixo na rua, mesmo que ninguém esteja vendo, quando
aprendermos a orar em silêncio, sem que ninguém nos ouça. Temos tanto que aprender
para só assim deixarmos de ser criancinhas crescidas e malcriadas. Procure um
jeito que lhe agrade de estabilizar suas energias e como mágica sua saúde, suas
finanças, sua boa estrela tomarão um rumo novo. Não
aceite as coisas como se apresentam, o limite está apenas em nós mesmos. Rompa
todos os dias com a mesmice e a preguiça que impedem que enxerguemos o algo mais
que sempre há um passo adiante. Sugiro que você comece fazendo pão. Isso mesmo
pão. Não conheço exercício mais fascinante. O pão é um dos melhores indicadores
de a quantas anda nosso gerador pessoal de energia. Quando estamos bem o pão cresce,
quando não a massa não cresce. O pão então é um dos melhores relógios para avaliarmos
nosso estado de espírito. TRABALHANDO
PELA PAZ Apesar
da turbulência em que parece o mundo naufragar, podemos, apenas querendo, esparramar
pela Terra, Ondas de Amor. No centro de nosso ser, está o coração, ponto de ligação
entre as esferas mais sutis e este plano onde vivemos. Busquemos o equilíbrio
pelo coração, pois dessa forma, estaremos promovendo a ligação entre estas realidades
aparentemente distintas. Usando
o coração como fiel de balança, nem nos limitaremos a divagar sobre as coisas
do Céu, nem nos apegaremos às coisas da Terra, promovendo assim a medida equilibrada
entre elas, nós mesmos. Seja lá qual for a sua religião, raça, sexo, idade, preferências
ou grupo social com o qual se identifique, disponha-se todos os dias, ao menos
durante um minuto ao acordar e outro antes de dormir, a visualizar uma nuvem rosada
brotando do seu coração permitindo que ela se expanda e envolva a você e a todos
aqueles que compartilham sua existência, em casa no trabalho, em todos os lugares
onde sua lembrança alcançar. Acredite,
os efeitos deste gesto simples, vai contribuir em muito, para o alívio de grandes
volumes de dor e tensões, em lugares onde talvez sequer cogitemos. A
Humanidade silenciosamente agradece. FAZENDO
PÃO INGREDIENTES 700
gramas de farinha de trigo integral 300 gramas de farinha de trigo branca
30 gramas de farelo de trigo 10 gramas de fermento biológico 1 pitada
de canela ½ litro de água morna 1 colher de sopa de sal marinho 1
colher de sopa de açúcar mascavo 100 ml de azeite de oliva PREPARO Lave
bem as mãos. Misture numa bacia grande ou sobre um tablado, a farinha integral,
a branca e o fermento adicionando a água e mexendo até obter uma massa de consistência
macia. Deixe descansar durante trinta minutos, para o processo de fermentação
se completar. Após esse tempo, adicione o farelo, a canela, o sal, o açúcar e
o azeite, amassando contínua e delicadamente, até a massa ficar homogênea. Faça
bolinhas do tamanho de uma mão fechada, e deixe descansar até que dobrem de tamanho.
Asse em forno quente, acompanhando visualmente durante mais ou menos 50 minutos,
dependendo do tipo de forno. Opcionalmente utilize uma lâmina de barbear nova
para riscar talhos diagonais sobre a superfície das bolinhas. RENDIMENTO Entre
16 e 18 unidades, conforme o tamanho da mão, pode ser comido quente, embora o
melhor pão é aquele que comemos 24 horas depois de feito, quando desaparecem os
efeitos do fermento. Se assim for, após esfriar, guardar num saco de papel colocado
dentro de um saco plástico de supermercado, para consumo em até 4 dias. Nessas
condições o pão permanece macio e não engorda. Experimente
e veja o resultado. Saudações Fraternas e até a próxima agosto/2000 |